Quando este blog começou ainda nenhum de nós aparecia na imprensa escrita. terumblogegay@gmail.com
28.5.08
22.5.08
17.5.08
Everybody loves me, goes away. And I'd kill myself if that would make them stay.
Daqui a um par de meses, bocados do meu coração vão andar espalhados entre Viena, Zurique e outro paradeiro ainda incerto. Um dos bocados vai definitivamente. Não deixa de parecer uma manobra congeminada para se verem livres de mim.
Daqui a um par de meses, bocados do meu coração vão andar espalhados entre Viena, Zurique e outro paradeiro ainda incerto. Um dos bocados vai definitivamente. Não deixa de parecer uma manobra congeminada para se verem livres de mim.
15.5.08
12.5.08
3.5.08
Have a nice fucking weekend...or maybe not
So now that everybody’s gone
You see no change has come
In every song you’ve ever sung
You find the words were wrong
But now the time is gonna come
And there’s no feeling lost
For everyone who could’ve loved
And made me not to love
And all the time
I thought your words were mine
You held me down
As sure as the sun
You held me down
As sure as the sun
Now I can see into your eyes
But there’s no compromise
For anyone you could have saved
But never recognized
And now your world is gonna fall
But I won’t help at all
For everyone who sees the place
Who knows they can’t belong
And all the time
I thought your words were mine
You held me down
As sure as the sun
You held me down
As sure as the sun
You’ve taken away
Much more than you gave
What keeps me down
I’m lost in a rage
No one can explain
What keeps me down
What keeps you down?
So now that everybody’s gone
You see no change has come
In every song you’ve ever sung
You find the words were wrong
And every paper that you read
You feel your spirit grieve
For everyone who’s gonna fall
The distance another leaves
And all the time
I thought your words were mine
You held me down
As sure as the sun
You held me down
As sure as the sun
You’ve taken away
Much more than you gave
What keeps me down
I’m lost in a rage
No one can explain
What keeps me down
What keeps you down?
Black Rebel Motorcycle Club - As Sure As The Sun
So now that everybody’s gone
You see no change has come
In every song you’ve ever sung
You find the words were wrong
But now the time is gonna come
And there’s no feeling lost
For everyone who could’ve loved
And made me not to love
And all the time
I thought your words were mine
You held me down
As sure as the sun
You held me down
As sure as the sun
Now I can see into your eyes
But there’s no compromise
For anyone you could have saved
But never recognized
And now your world is gonna fall
But I won’t help at all
For everyone who sees the place
Who knows they can’t belong
And all the time
I thought your words were mine
You held me down
As sure as the sun
You held me down
As sure as the sun
You’ve taken away
Much more than you gave
What keeps me down
I’m lost in a rage
No one can explain
What keeps me down
What keeps you down?
So now that everybody’s gone
You see no change has come
In every song you’ve ever sung
You find the words were wrong
And every paper that you read
You feel your spirit grieve
For everyone who’s gonna fall
The distance another leaves
And all the time
I thought your words were mine
You held me down
As sure as the sun
You held me down
As sure as the sun
You’ve taken away
Much more than you gave
What keeps me down
I’m lost in a rage
No one can explain
What keeps me down
What keeps you down?
Black Rebel Motorcycle Club - As Sure As The Sun
Live by the sword. Get shot.
Ponto prévio: deixei a delicadeza nas outras calças. E o coração foi visto a bater pela última vez em 232 E 9th St, New York, NY, 10003.
Meses da minha vida, algum dinheiro e grande parte da minha saúde. Tudo perdido em prol de alguém que só quer ser o fuck-toy dum filho da puta que abusa da sorte porque sabe que a sorte dele é um saco sem fundo, e que a imbecil está apaixonadinha e volta ao próximo estalar de dedos para nova trancada. E eu ainda telefono. E ouço. Tudo. Demais. E escrevi canções, e posts, e mensagens com sentimentos demasiado puros para esta merda de filme em que me vi metido. Alguém podia ter avisado que neste guião por muito que o bonzinho goste da miúda, o cretino do caralho (que entra em cena quando tudo parece correr anormalmente bem para o bonzinho, para aumentar a densidade dramática da coisa) é que a come e caga e se fica a rir de todos. E as imagens demasiado gráficas que me perturbaram silenciosamente e roubaram horas, dias, semanas de sono. E a sensação não-catalogável de me lembrar dela e mandar mensagens que possam ter chegado a meio. Hoje senti repulsa por ter ouvido o que ouvi, o que me leva a sentir repulsa por mim próprio, por ter sentido e dito e feito e escrito tudo como o fiz e pode ser visto em parte neste blog, alguns dos casos até bem recentes. Desperdicei os meus sentimentos, apenas posso garantir em minha defesa que "everything was honest, true and from the heart" e que mais ninguém lhes sentirá o peso em cima, pelo menos enquanto me lembrar disto. Don't get me wrong, eu sou exactamente o mesmo gajo que entrou num avião para NY a 22 de Novembro, apenas mais marcado por tudo o que a vida me fez aprender da maneira mais requintadamente cruel, talvez também mais humilhado por ter que admitir até perante mim próprio que o sonho em torno do qual (e de quem) eu planeei fazer girar o Universo, foi em vão. Uma ilusão de todos os sentidos, sem uma ponta de dignidade. Dêem-me com uma pedra da calçada na nuca se me encontrarem na rua (mas não façam pontaria ao carro). Obrigado pela atenção. Amanhã decido se apago os posts mais vergonhosos deste período e voltamos à programação habitual de dizer balelas quando me/nos der na telha.
Ponto prévio: deixei a delicadeza nas outras calças. E o coração foi visto a bater pela última vez em 232 E 9th St, New York, NY, 10003.
Meses da minha vida, algum dinheiro e grande parte da minha saúde. Tudo perdido em prol de alguém que só quer ser o fuck-toy dum filho da puta que abusa da sorte porque sabe que a sorte dele é um saco sem fundo, e que a imbecil está apaixonadinha e volta ao próximo estalar de dedos para nova trancada. E eu ainda telefono. E ouço. Tudo. Demais. E escrevi canções, e posts, e mensagens com sentimentos demasiado puros para esta merda de filme em que me vi metido. Alguém podia ter avisado que neste guião por muito que o bonzinho goste da miúda, o cretino do caralho (que entra em cena quando tudo parece correr anormalmente bem para o bonzinho, para aumentar a densidade dramática da coisa) é que a come e caga e se fica a rir de todos. E as imagens demasiado gráficas que me perturbaram silenciosamente e roubaram horas, dias, semanas de sono. E a sensação não-catalogável de me lembrar dela e mandar mensagens que possam ter chegado a meio. Hoje senti repulsa por ter ouvido o que ouvi, o que me leva a sentir repulsa por mim próprio, por ter sentido e dito e feito e escrito tudo como o fiz e pode ser visto em parte neste blog, alguns dos casos até bem recentes. Desperdicei os meus sentimentos, apenas posso garantir em minha defesa que "everything was honest, true and from the heart" e que mais ninguém lhes sentirá o peso em cima, pelo menos enquanto me lembrar disto. Don't get me wrong, eu sou exactamente o mesmo gajo que entrou num avião para NY a 22 de Novembro, apenas mais marcado por tudo o que a vida me fez aprender da maneira mais requintadamente cruel, talvez também mais humilhado por ter que admitir até perante mim próprio que o sonho em torno do qual (e de quem) eu planeei fazer girar o Universo, foi em vão. Uma ilusão de todos os sentidos, sem uma ponta de dignidade. Dêem-me com uma pedra da calçada na nuca se me encontrarem na rua (mas não façam pontaria ao carro). Obrigado pela atenção. Amanhã decido se apago os posts mais vergonhosos deste período e voltamos à programação habitual de dizer balelas quando me/nos der na telha.
1.5.08
I've got a good car but it's not a good car, it won't take me to paradise for the day
Tarde para finalmente ouvir uma tonelada de álbuns zipados há meses (outros há dias) no disco rígido. Suporto melhor o single novo dos Coldplay do que qualquer coisa do álbum novo dos Kooks: tanto amor, tanto "ai és tão linda, queres vir para a cama comigo? Eu sei que sim porque agora sou famoso e irresistível". Luke Pritchard get a room! But please don't write about it!
Tributo ao Sgt. Pepper por uma data de malta conhecida: tirando a óbvia preferência pela versão Oasis do "Within You, Without You", eu pensava que comia um pedregulho mais facilmente do que simpatizava com algo feito pelo Bryan Adams, mas a versão dele do "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" é das coisas mais comestíveis que lá estão. Menção honrosa igualmente para a cover Razorlight do "With a Little Help from My Friends". O segredo? Baterista a cantar, cantor sem sequer aparecer no estúdio. Way to go!
Wilder, dos Teardrop Explodes: juro que vi Smiths e Interpol e uma data de proto-shoegazing. E um gatinho. Em 1981.
Tarde para finalmente ouvir uma tonelada de álbuns zipados há meses (outros há dias) no disco rígido. Suporto melhor o single novo dos Coldplay do que qualquer coisa do álbum novo dos Kooks: tanto amor, tanto "ai és tão linda, queres vir para a cama comigo? Eu sei que sim porque agora sou famoso e irresistível". Luke Pritchard get a room! But please don't write about it!
Tributo ao Sgt. Pepper por uma data de malta conhecida: tirando a óbvia preferência pela versão Oasis do "Within You, Without You", eu pensava que comia um pedregulho mais facilmente do que simpatizava com algo feito pelo Bryan Adams, mas a versão dele do "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" é das coisas mais comestíveis que lá estão. Menção honrosa igualmente para a cover Razorlight do "With a Little Help from My Friends". O segredo? Baterista a cantar, cantor sem sequer aparecer no estúdio. Way to go!
Wilder, dos Teardrop Explodes: juro que vi Smiths e Interpol e uma data de proto-shoegazing. E um gatinho. Em 1981.
28.4.08
Cross-generational weekend
Neste fim de semana tive o gozo de cantarolar temas do meu álbum preferido da música portuguesa (que foi editado três anos antes de eu ser nascido), à volta duma mesa, em conjunto com o cantor da banda em questão, que tinha acabado de conhecer. Mais ainda, poder despedir-me de alguém com a frase "Hás-de morrer cheio de barulhos nos intestinos" e isso ser entendido com toda a consideração com que foi dito. Não interessa a ponta dum corno, mas manteve-me razoavelmente feliz.
Neste fim de semana tive o gozo de cantarolar temas do meu álbum preferido da música portuguesa (que foi editado três anos antes de eu ser nascido), à volta duma mesa, em conjunto com o cantor da banda em questão, que tinha acabado de conhecer. Mais ainda, poder despedir-me de alguém com a frase "Hás-de morrer cheio de barulhos nos intestinos" e isso ser entendido com toda a consideração com que foi dito. Não interessa a ponta dum corno, mas manteve-me razoavelmente feliz.
25.4.08
24.4.08
Prémio acessibilidade 2008
Porque existem pessoas que não têm acesso a tudo o que da internet tem para oferecer, houve um génio (e não da bola) que decidiu ajudar os cegos a "ver" pornografia. O site diz tudo: porn for the blind. A ideia é simples. Há um "comentador" que vai descrevendo o que se passa no filme. Todas as situações/posições, nunca perdendo os pormenores. Ouçam a pequena descrição...
Comentário: Para uma nova versão, bem que podiam deixar o som de fundo do filme..
23.4.08
Life in someone else's words
The day then degenerated into a "Thousand Dollar Day". That's what I call the kind of day where, even if you tell all the people you know "I'll give you a crisp, new thousand-dollar bill if you just give me a phone call and put me out of my misery", even still, nobody phones.
Douglas Coupland - Microserfs
The day then degenerated into a "Thousand Dollar Day". That's what I call the kind of day where, even if you tell all the people you know "I'll give you a crisp, new thousand-dollar bill if you just give me a phone call and put me out of my misery", even still, nobody phones.
Douglas Coupland - Microserfs
18.4.08
The tear that hangs inside my soul forever
Este amor é uma viagem tumultuosa de idas e voltas permanentes entre a sarjeta e as nuvens. Mas mesmo estando na sarjeta, estar de olhar fixo nas estrelas. Este amor são horas perdidas a desfiar impropérios contra quem tomou o meu lugar e nunca o saberá/merecerá ocupar como eu. Este amor é ouvir-te cantar e ficar com pele de galinha. Este amor é rosnar chateadinho, quando tudo o que apetece dizer é "Acorda! Eu amo-te! Ainda! Para sempre!". Este amor tem tempo para esperar, mas não quer. Apesar de não ter outra solução. Este amor é ter mentido descaradamente quando perguntaste se eu estava a chorar. Este amor tem um desejo quase mórbido de te magoar ao ponto de nunca mais me largares, como faz quem ocupa o lugar que devia ser meu. Este amor sabe que existiu, que ainda vive em mensagens guardadas em telemóveis e memórias, em músicas, em private jokes que hoje são mais ou menos censuradas. Este amor é a Grande Ordem Cósmica, o eterno bastião da minha vontade férrea de te ter ao meu lado. Este amor é uma ligação de almas como a que temos, mesmo que os corpos anseiem por outra coisa. Este amor é desejar ter um aneurisma ao saber que todas as nossas canções já não são nossas, mas tuas e de mais alguém. Este amor são os meus pesadelos, que usurparam o lugar onde anteriormente viveram os mais lindos sonhos da minha vida. Este amor é a memória da tua pele, do teu pescoço, da cicatriz por cima do teu lábio, das nossas mãos, línguas e vidas entrelaçadas. E como foi o único que senti desta maneira, tudo o que eu quero é este amor e não outro. Porque nunca outro estará à altura.
Este amor é uma viagem tumultuosa de idas e voltas permanentes entre a sarjeta e as nuvens. Mas mesmo estando na sarjeta, estar de olhar fixo nas estrelas. Este amor são horas perdidas a desfiar impropérios contra quem tomou o meu lugar e nunca o saberá/merecerá ocupar como eu. Este amor é ouvir-te cantar e ficar com pele de galinha. Este amor é rosnar chateadinho, quando tudo o que apetece dizer é "Acorda! Eu amo-te! Ainda! Para sempre!". Este amor tem tempo para esperar, mas não quer. Apesar de não ter outra solução. Este amor é ter mentido descaradamente quando perguntaste se eu estava a chorar. Este amor tem um desejo quase mórbido de te magoar ao ponto de nunca mais me largares, como faz quem ocupa o lugar que devia ser meu. Este amor sabe que existiu, que ainda vive em mensagens guardadas em telemóveis e memórias, em músicas, em private jokes que hoje são mais ou menos censuradas. Este amor é a Grande Ordem Cósmica, o eterno bastião da minha vontade férrea de te ter ao meu lado. Este amor é uma ligação de almas como a que temos, mesmo que os corpos anseiem por outra coisa. Este amor é desejar ter um aneurisma ao saber que todas as nossas canções já não são nossas, mas tuas e de mais alguém. Este amor são os meus pesadelos, que usurparam o lugar onde anteriormente viveram os mais lindos sonhos da minha vida. Este amor é a memória da tua pele, do teu pescoço, da cicatriz por cima do teu lábio, das nossas mãos, línguas e vidas entrelaçadas. E como foi o único que senti desta maneira, tudo o que eu quero é este amor e não outro. Porque nunca outro estará à altura.
14.4.08
The Definitive Collection
erro [e]
substantivo masculino
1. decisão, acto ou resposta incorrecta;
2. crença ou opinião que não corresponde à verdade;
3. ilusão;
4. juízo falso;
5. engano;
6. falta; culpa;
7. doutrina falsa;
percalço
substantivo masculino
1. lucro;
2. ganho resultante de prejuízo alheio;
3. problema característico de determinada situação, profissão ou estatuto;
4. popular contrariedade inesperada; transtorno;
descartável
adjectivo
que se deita fora após a utilização;
descartar
verbo transitivo
1. privar de;
2. despojar de;
3. livrar alguém de coisa ou pessoa importuna;
erro [e]
substantivo masculino
1. decisão, acto ou resposta incorrecta;
2. crença ou opinião que não corresponde à verdade;
3. ilusão;
4. juízo falso;
5. engano;
6. falta; culpa;
7. doutrina falsa;
percalço
substantivo masculino
1. lucro;
2. ganho resultante de prejuízo alheio;
3. problema característico de determinada situação, profissão ou estatuto;
4. popular contrariedade inesperada; transtorno;
descartável
adjectivo
que se deita fora após a utilização;
descartar
verbo transitivo
1. privar de;
2. despojar de;
3. livrar alguém de coisa ou pessoa importuna;
13.4.08
Soundtrack for a slight return
How dare the Premier ignore my invitations?
He'll have to go
So, too, the bunch he luncheons with
It's second on my list of things to do
At the top I'm stopping by
Your place of work and acting like
I haven't dreamed of you and I
And marriage in an orange grove
You are the only thing in any room you're ever in
I'm stubborn, selfish and too old.
I sat you down and told you how
The truest love that's ever found
Is for oneself
You pulled apart my theory
With a weary and disinterested sigh
So yes I guess I'm asking you
To back a horse that's good for glue
And nothing else
Or find a man that's truer than,
Find a man that needs you more than I
Sit with me a while
And let me listen to you talk about
Your dreams and your obsessions
I'll be quiet and confessional
The violets explode inside me
When I meet your eyes
Then I'm spinning and I'm diving
Like a cloud of starlings
Darling is this love?
Elbow - Starlings
How dare the Premier ignore my invitations?
He'll have to go
So, too, the bunch he luncheons with
It's second on my list of things to do
At the top I'm stopping by
Your place of work and acting like
I haven't dreamed of you and I
And marriage in an orange grove
You are the only thing in any room you're ever in
I'm stubborn, selfish and too old.
I sat you down and told you how
The truest love that's ever found
Is for oneself
You pulled apart my theory
With a weary and disinterested sigh
So yes I guess I'm asking you
To back a horse that's good for glue
And nothing else
Or find a man that's truer than,
Find a man that needs you more than I
Sit with me a while
And let me listen to you talk about
Your dreams and your obsessions
I'll be quiet and confessional
The violets explode inside me
When I meet your eyes
Then I'm spinning and I'm diving
Like a cloud of starlings
Darling is this love?
Elbow - Starlings
12.4.08
9.4.08
7.4.08
5.4.08
4.4.08
Who wants to be a millionaire?
Apanhei isto tudo meio de raspão na Sic Notícias, mas a seguir ao Rangers-Sporting juro que li no rodapé que o Tonel tinha pedido a ajuda do público e logo a seguir ouvi o Abel a falar em 50-50. Agora será que o Paulo Bento vai querer telefonar a um amigo para pedir ajuda caso isto para a semana vá a penalties?
Apanhei isto tudo meio de raspão na Sic Notícias, mas a seguir ao Rangers-Sporting juro que li no rodapé que o Tonel tinha pedido a ajuda do público e logo a seguir ouvi o Abel a falar em 50-50. Agora será que o Paulo Bento vai querer telefonar a um amigo para pedir ajuda caso isto para a semana vá a penalties?
1.4.08
Feito num oito

A Xana depois de ter despachado o Zé Pedro tornou-se possivelmente na melhor cantora portuguesa. O Flak não "toca guitarra", dá palestras sobre som de guitarra (melhor colecção de efeitos em Portugal, ex-aequo com os Plastica). Quanto ao álbum propriamente dito, parece um trabalho à Trent Reznor: cria uma melodia extremamente boa, mas só uma. E repete pelos temas todos. E ao passar metade do disco já a tal melodia não parece tão extremamente boa como de início.
A Xana depois de ter despachado o Zé Pedro tornou-se possivelmente na melhor cantora portuguesa. O Flak não "toca guitarra", dá palestras sobre som de guitarra (melhor colecção de efeitos em Portugal, ex-aequo com os Plastica). Quanto ao álbum propriamente dito, parece um trabalho à Trent Reznor: cria uma melodia extremamente boa, mas só uma. E repete pelos temas todos. E ao passar metade do disco já a tal melodia não parece tão extremamente boa como de início.
It's the freakiest show...

Até já imagino a hora de começar a assegurar a continuação da espécie de pioneiros em Marte: "és tão querido, tens uns olhos lindos, contigo era para casar, és a melhor pessoa que já conheci na vida...mas tenho que ir ali dar a volta ao planeta, fiquei de ir à procura de um marciano por quem tenho que me apaixonar. Mas tens que ser meu amigo!"

Até já imagino a hora de começar a assegurar a continuação da espécie de pioneiros em Marte: "és tão querido, tens uns olhos lindos, contigo era para casar, és a melhor pessoa que já conheci na vida...mas tenho que ir ali dar a volta ao planeta, fiquei de ir à procura de um marciano por quem tenho que me apaixonar. Mas tens que ser meu amigo!"
Spaceman says "hello"
Don't hold me close, you're not the one
That I can most rely upon
But I'll be here when you are done
And maybe time will just make a sweetheart of you
Don't touch me there, your fire's too bright
And I don't care to travel light
But I'll be here when you are through
And maybe time will just make a sweetheart of you
And in the night I'll dream of you
And hope my aim is straight and true
But I'll be here when you are through
And maybe time will just make a sweetheart of you.
Spiritualized - Don't Hold Me Close
Até o chamava "anjinho de merda" se eu não fosse igual...ou tivesse sido. Espero ao menos ter sido um passatempo agradável e que a memória da minha figura de urso divirta por bastante tempo.
Don't hold me close, you're not the one
That I can most rely upon
But I'll be here when you are done
And maybe time will just make a sweetheart of you
Don't touch me there, your fire's too bright
And I don't care to travel light
But I'll be here when you are through
And maybe time will just make a sweetheart of you
And in the night I'll dream of you
And hope my aim is straight and true
But I'll be here when you are through
And maybe time will just make a sweetheart of you.
Spiritualized - Don't Hold Me Close
Até o chamava "anjinho de merda" se eu não fosse igual...ou tivesse sido. Espero ao menos ter sido um passatempo agradável e que a memória da minha figura de urso divirta por bastante tempo.
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