No god, only religion
Quando este blog começou ainda nenhum de nós aparecia na imprensa escrita. terumblogegay@gmail.com
30.7.08
21.7.08
Telegraphy for dummies
Estou bem. Desde que não tenha que pensar. Nem ver. Nem sentir. Maybe there's a god above but all I ever learned from love is how to shoot at someone who outdrew you. Boa política, keep it up. Já tenho mais duas ou três coisas para contar aos netos que não irei ter, se os gajos quiserem saber que eu vi o Bob Dylan e está visto, vi o Neil Young e foi dos melhores concertos da minha vida com direito a cover de Beatles e seis cordas estraçalhadas, vi o Leonard Cohen e passei três horas com pele de galinha à pala dum cabrão dum velho de 73 anos que inicialmente só fui ver por achar que o gajo definha primeiro que eu e agora já não tenho a certeza. E vi os Spiritualized e fiquei contente por não fazerem o concerto que eu queria que tivessem feito. O trabalho continua a libertar, e soa cada vez melhor, e qualquer pessoa no seu perfeito juízo quereria fazer isto todos os dias para o resto da vida, que um dia passado em casa é um dia de paranóia e de qualquer maneira não há cá ninguém à espera. Seis dias no Canadá sem telemóvel foram uma maravilha, mas comprei um cartão lá e fiz merda na mesma. Livrei-me de um mal sem ir para a clínica mas não me livro do outro sem ir à bruxa. Claro que estou bem, que raio de pergunta essa...
Estou bem. Desde que não tenha que pensar. Nem ver. Nem sentir. Maybe there's a god above but all I ever learned from love is how to shoot at someone who outdrew you. Boa política, keep it up. Já tenho mais duas ou três coisas para contar aos netos que não irei ter, se os gajos quiserem saber que eu vi o Bob Dylan e está visto, vi o Neil Young e foi dos melhores concertos da minha vida com direito a cover de Beatles e seis cordas estraçalhadas, vi o Leonard Cohen e passei três horas com pele de galinha à pala dum cabrão dum velho de 73 anos que inicialmente só fui ver por achar que o gajo definha primeiro que eu e agora já não tenho a certeza. E vi os Spiritualized e fiquei contente por não fazerem o concerto que eu queria que tivessem feito. O trabalho continua a libertar, e soa cada vez melhor, e qualquer pessoa no seu perfeito juízo quereria fazer isto todos os dias para o resto da vida, que um dia passado em casa é um dia de paranóia e de qualquer maneira não há cá ninguém à espera. Seis dias no Canadá sem telemóvel foram uma maravilha, mas comprei um cartão lá e fiz merda na mesma. Livrei-me de um mal sem ir para a clínica mas não me livro do outro sem ir à bruxa. Claro que estou bem, que raio de pergunta essa...
7.7.08
Just my thoughts...just about something else
"It reminded me how great we were together and how much unfinished business there is. As to whether we could get back together, it's a big 'Maybe'. It's a question that follows me around constantly. Some schoolkid will ask, 'When are you getting back together?' I'm thinking, 'Do you really think this is something I haven't given a lot of thought to?'"
A) Carl Barat sobre os Libertines
ou
B) Eu sobre...aah, nevermind.
"It reminded me how great we were together and how much unfinished business there is. As to whether we could get back together, it's a big 'Maybe'. It's a question that follows me around constantly. Some schoolkid will ask, 'When are you getting back together?' I'm thinking, 'Do you really think this is something I haven't given a lot of thought to?'"
A) Carl Barat sobre os Libertines
ou
B) Eu sobre...aah, nevermind.
29.6.08
21.6.08
20.6.08
Ideia para o próximo seleccionador
Para mim o requisito máximo para o próximo seleccionador de Portugal, não falar português (com ou sem "sotaque"), nem ter ambição, ou ser respeitado pelos jogadores. Para mim, o requisito máximo é saber do real valor do Ricardo e enconstá-lo. Muito menos pensar em convocá-lo.
Mais um jogo e voltou a mostrar o seu valor. Só mesmo quem não quer ver é que percebe que o Ricardo não é um bom guarda-redes. Na volta, nem sequer guarda-redes. Veja-se a estatística: Ricardo (2007/2008), em todas as provas, 42 jogos - 59 sofridos. Não vale a pena bater mais no "ceguinho", não é?
P.S.: Vejam fotos das diversas saídas de entre os postes deste nosso guarda-redes. Sair de olhos fechados, digo eu que nem jogo muito à bola, não ajuda. Digo eu.
10.6.08
7.6.08
2.6.08
Living for History
Amanhã começo a fazer algo que me faz ficar feliz por estar aqui, depois de tudo o que aconteceu dentro e fora da minha cabeça nos últimos meses. Não sei se será histórico para alguém além de mim, mas vou atirar-me como se a minha vida dependesse disto. No fundo depende...não sei fazer mesmo mais nada.
Amanhã começo a fazer algo que me faz ficar feliz por estar aqui, depois de tudo o que aconteceu dentro e fora da minha cabeça nos últimos meses. Não sei se será histórico para alguém além de mim, mas vou atirar-me como se a minha vida dependesse disto. No fundo depende...não sei fazer mesmo mais nada.
30.5.08
Musicology
Estranho como, em termos musicais, a diferença de opiniões pode ser completamente antagónica. Ainda mais estranha num mesmo grupo. Passo a exemplificar: Numa das várias partilhas de músicas, mails e afins, chegou a vez de eu testar Les Boréades. Um grupo que decidiu tocar temas dos Beatles, mas com instrumentos do Barroco.
As seguintes opiniões foram expressadas:
- Passaste-te??? O disco que me enviaste é pior coisinha que ouvi nos últimos 30 anos.
Contando com os Europe e com os Scorpions e tudo o mais. Mas fica a boa vontade. Não envies mais nada ;) Obrigado.
- Estou a curtir... é barroco mas faz-me lembrar os LP's do Paul Mauriat que o meu pai ouvia :-)
Conclusões a tirar: Não voltar a mandar músicas a pessoas que penso que vão gostar, ou mostrar interesse por ser algo diferente. Accounts pelos vistos têm uma faceta muito diferente por baixo do fato que usam todos os dias.
28.5.08
22.5.08
17.5.08
Everybody loves me, goes away. And I'd kill myself if that would make them stay.
Daqui a um par de meses, bocados do meu coração vão andar espalhados entre Viena, Zurique e outro paradeiro ainda incerto. Um dos bocados vai definitivamente. Não deixa de parecer uma manobra congeminada para se verem livres de mim.
Daqui a um par de meses, bocados do meu coração vão andar espalhados entre Viena, Zurique e outro paradeiro ainda incerto. Um dos bocados vai definitivamente. Não deixa de parecer uma manobra congeminada para se verem livres de mim.
15.5.08
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