31.1.12

Lyonce Viiktórya prepara dueto com a águia do Benfica


As últimas horas que antecedem o fecho das transferências no chamado “Mercado de Inverno” fazem sempre uma sessão conturbada com várias transferências de última hora. A notícia bombástica do dia é que o Benfica acaba de assegurar os direitos económicos, desportivos e circenses do casal Yannick-Luciana. Fontes do clube da luz afirmam que esta contratação é uma aposta de Jorge Jesus, mas que promete apenas lapidar o jogador Yannick. Por seu lado a Luciana e a pequena Lyonce estarão entregues ao departamento de de animação e espectáculos.
A pequena Lyonce Viiktórya já foi inscrita nas escolas do clube da Luz para participar no espectáculo que antecede os jogos no estádio, juntamente com a águia Vitória.

12.1.12

Não, não sou um hoarder #12


Na recepção ao Caloiro em 2004 no pequena barraca do ISCEM criamos uma promoção visionária: Para casais que pedissem 2 imperiais, oferecíamos 1 preservativo. A coisa correu tão bem que a Abraço ainda nos ofereceu um saco para que a promoção não acabasse. No fundo de uma mochila encontrei os restos do contributo da Abraço.
Para quem perguntar: Expiraram em 2009.
Não, não sou um hoarder #11


Sete diferentes copos de shot. Cada um com o seu formato e capacidade.
Não, não sou um hoarder #10


(Quase) Todos os Inimigos Públicos. Sei que faltam um ou outro, mas mesmo assim, sei que está aqui uma bela colecção de sátiras.
Não, não sou um hoarder #9

Livro de Curso do ISCEM 1992-1996. Se tivermos  em conta que eu só entrei em 2001, aqui há algo de estranho.
Não, não sou um hoarder #8


Um teste da Secundária de Cascais (vulga Poli) na disciplina de Psicologia. Não sei como é que foi parar ao meio dos livros, papeis, cadernos e outras coisas da Faculdade. Nem sei explicar porque é que eu o tinha, se nem tive Psicologia no Secundário.
Não, não sou um hoarder #7

Não muito escondido, estava uma Zoo, a primeira Playboy Portuguesa e diversas Maxim/Maxmen (incluindo a fase sem nome). Pelo menos a casa de banho da casa nova já vai ter literatura adequada.
Não, não sou um hoarder #6


No pequeno anexo da desarrumação estava uma pequena garrafa de Luso com um qualquer cocktail à base de Blu Coração que uma amiga fez no Baleal. Tendo em conta a meia bebida garrafa de Rum ao lado, eu diria que em tempos terá sido um bom cocktail.

6.1.12

Não, não sou um hoarder #5


Nunca percebi porque é que as disquetes Zip nunca vingaram. Na época pré-CD's, em que toda a gente andava com (multiplas) disquetes de 3.14M, uma disquete com 100M dava para tudo. Encontrei um exemplar, não tenho é como ver o conteúdo.
Não, não sou um hoarder #4

Encontrei dentro de uma mochila as diferentes pulseiras plásticas para que pudesse ir trabalhar no Bar do Estádio da Luz durante o Euro 2004. Que será feito do bocado de relva que trouxe para casa?
Não, não sou um hoarder #3

Em cima da secretária estava o convite para o casamento de um casal amigo. Esse casamento já deu em divórcio.
Não, não sou um hoarder #2


Habitavam no meu quarto 6 baralhos de cartas, incluindo o baralho que era utilizado para jogar Blackjack no secundário.

5.1.12

Não, não sou um hoarder #1

Um pequeno papel que foi rasgado de uma mesa de um qualquer restaurante com apenas a palavra "desculpa" inscrita. Nenhuma memória do que se passou ou de quem terá sido. Mas alegra-me saber que não fiz merda, porque aquela letra não é minha. 

2.1.12

Green green grass of...what?

O que é que correu mal na vida deste blog para ter ficado com este verde quase tão viril como a altura em que o equipamento alternativo do Benfica era cor-de-rosa? A gerência vai mandar instaurar um inquérito, esperem uma cena qualquer inconclusiva nos próximos seis meses.
Low Resolution

Acabei de verificar que no último ano contribuí para esta espelunca com a maravilhosa quantidade de QUATRO posts. Mais se informa que não era nenhuma resolução de ano novo ter voltado aqui, só me deu na telha.

4.11.11

There's an Ad for that #1

Talvez por viver do meio, e ao longo da minha vida ter consumido intermináveis horas de publicidade, consigo descrever qualquer momento ou sensação com um anúncio que vi, li, ou ouvi. Poucos são os que ganharam prémios, muitos deles são mesmo desconhecidos. Uma das maravilhas da internet é conseguir descobri-los sem grande dificuldade.

O anúncio que se segue é para o que tenho sentido no último mês.


7.10.11

Man with an icy heart

Já não é a primeira vez que me descrevem como uma pessoa demasiado lógica e sem emoções. Mas pela primeira vez disseram-no em ambiente de trabalho.

23.9.11

O outro lado do Facebook

Como tudo na vida, há sempre um lado sombrio, que muitas vezes não vemos ou fazemos por não ver. O João Quadros põe a nú alguns dos problemas dessa gigante rede social.

"O facebook não respeita a memória. Prefiro imaginar as minhas ex-namoradas como elas eram do que vê-las como realmente estão".

O meu tio/avô Fernando tinha uma frase famosa (pelo menos para a família): "A principal função da memória é esquecer". Estou a contar esquecer muita coisa ao longo da vida, mas gostava de nunca esquecer esta frase.

Podem ler o artigo na integra aqui.

21.9.11

Solução de urgência para tapar o buraco financeiro #1



Processar a Apple por uso impróprio do nome.

23.8.11

Ter que pensar no Natal em pleno Verão, com sol, calor e dias compridos.

18.8.11

Catch 22

Esta estranha expressão inglesa que dá nome a um livro de Joseph Heller é um simples paradoxo que basicamente caracteriza uma solução impossível. Exactamente o mesmo sentimento que tenho ao pensar neste último projecto em que trabalho.

5.6.11

Conclusões após o dia de reflexão

O povo português não sabe decidir para que serve o voto útil. Aliás, o grande problema, é que ninguém gosta de votar no perdedor. Ninguém quer arriscar. Toda a gente prefere o voto seguro. O pensamento geral é algo dentro dos seguintes moldes: "Eles são maus, votei neles e sei que são maus, mas os outros não sei quem são ou o que são, portanto mais vale votar nos maus. Ao menos assim já sei com o que contar". Esta será a linha de pensamento tanto à direita como à esquerda, independentemente da força política.

Ninguém quer votar no perdedor. E tem sido assim todos as eleições. Ninguém vota para uma mudança. Por muito pequena que ela seja. Quem vota, vota para para garantir que o centro volte a ganhar, e volte a fazer o mesmo, com os mesmos mecanismos, mas com outros nomes e outras caras. O nosso historial eleitoral é como uma pessoa que pela primeira vez vai ao Casino jogar à Roleta. Como não sabe, prefere não arriscar. Às vezes aposta no vermelho, outras no preto. Nunca vai aos números. Para quê arriscar? Tem mais probabilidade de não perder o seu dinheiro...

Estamos num momento difícil (só para não dizer complicado) da nossa história como país. Para "ajudar", tivemos uma campanha fraca, com demasiadas picardias, e tal como acontece na Assembleia, mal foram discutidas ideias. O acordo com a Troika está redigido e assinado. Certo! Mas há mais para fazer. Muito mais! Mas nada disso foi falado, nada disso foi discutido, nada disso é importante.

Os meus desejos para as eleições de hoje são três:
1- Que pela primeira vez haja uma votação histórica, e que a abstenção fique num número reduzido. Num dia bom, algo abaixo dos dois dígitos, mas isso é estar a pedir a Lua.
2 - Que haja uma maior representatividade dos pequenos partidos na Assembleia. Que mais partidos tenham voz naquele circo de feras mansas.
3 - Que contas feitas, acabe por não haver uma maioria absoluta. Seja à direita, ao centro ou à esquerda. Nem mesmo com acordos simbióticos entre o PS / PSD e o "desejo de poder" do PP (Tanto do partido, como do seu líder).

Depois de pensar, vou fazer aquilo que me deve, e que sempre cumpri: Vou votar.

Espero que façam o mesmo!

22.5.11

Heavy is the heart of the one who broke it

Hoje recebi um dos melhores elogios (ou pelo menos o mais completo) que alguma vez recebi nesta vida, mas é com pesar que o recebo. Certamente haveria outras formas de o saber/receber, sem deixar esta sensação.

31.3.11

Mitos e lêndeas #1: Papas de Sarrabulho

Há muito tempo, ainda antes de o Gutenberg ter inventado o José Hermano Saraiva, a informação era extremamente vaga e baseada no rumor. Por exemplo, sabia-se que havia um Papa, mas ninguém lhe conhecia a santa tromba. Este facto passou a ser aproveitado por uns quantos engenhosos, conscientes da probabilidade de alguém com o porte certo, uma rodela de trapo na nuca, um latim semi-macarrónico e um crucifixo de latão vagamente brilhante poder então passar por Papa. Seguiam então em digressão por aí fora, aproveitando para sacar umas almoçaradas à pala, ou em troca de uma ou duas canonizações para cair nas boas graças do povo. Aproveitavam ainda para mandar fazer uma fogueirinha e atirar para lá alguém de quem não gostassem lá muito, fosse por desconfiar da história, fosse por o almoço lhe ter provocado um santo desarranjo intestinal.
Calhou um dia em Figueira de Castelo Rodrigo terem-se cruzado dois Papas. Esgrimiram-se argumentos, mandamentos, diplomas oficiais de Papa atribuidos pelo CEAC e um ou outro "puta que te pariu" rosnado entre dentes. À medida que cada um tenta provar a sua autenticidade e consequentemente desmascarar o outro, exaltam-se os ânimos entre devotos de cada um deles, armando-se ali um valente sarrabulho.

25.3.11

Algarviadas

Sabes que estás num sítio minimamente civilizado, quando entras numa papelaria e há Benson&Hedges (Gold e Silver, logo as duas) e batatas fritas com Sal e Vinagre.
Sem governo vale tudo #1

Ontem numa telenovela da TVI, a 3a ou 4a do dia, já nem sei, uma personagem convictamente e expressivamente gritou de seus pulmões "A única coisa que ela (a mãe) fez por mim, foi parir-me". Ainda bem que aquela hora as criancinhas estão a ver o National Geographic na 2...

17.2.11

It's not the 80's anymore

Blondie, Iggy Pop, Xutos... Afinal o Alive é um festival ou um concerto para as Misericórdias?

9.2.11

iJesus

(Deve se ler ai Jesus)

Ao que parece a Igreja Católica criou uma forma tecnológica de se aproximar do seu rebanho: a aplicação Confession: A Roman Catholic. E como quase tudo na Igreja, tem que ser a pagar.
Ainda não percebi se vai juntar o rebanho, se afastar ainda mais as pessoas das Igrejas. Pelo menos os pais Irlandeses podem ficar mais descansados.

29.1.11

Junkie Gourmet #2

Do livro de receitas de Filipa Vacomtodosmassedepoisficarcomardoresaofazerxixinãosequeixe, segue a mundialmente famosa (principalmente no concelho de Oeiras) receita do Bife à Colombiana.

- Espere pacientemente que um amigo decida organizar um churrasco;

- Quando estiver tudo a postos para o início do dito churrasco, invente uma manobra de diversão que leve todas as eventuais testemunhas para longe do grelhador. Qualquer coisa do género "Não é o alarme de nenhum dos vossos carros que está a tocar? É que no último mês assaltaram uns 20 só nesta rua!";

- Escolha uma das peças de carne aleatoriamente, tire a saqueta de cocaína que tem no bolso (seu janado de merda) e polvilhe o bife generosa e rapidamente, antes que alguém repare. Reponha o bife de modo a tudo parecer intacto (toda a gente sabe que não você não conseguiria estrelar um ovo nem que a sua vida dependesse disso, portanto a sua presença perto de um grelhador pode acabar com um carro de bombeiros a entrar nas premissas);

- Deixe que alguém realmente qualificado tome conta do churrasco. Aja naturalmente (ou seja, ponha-se ao fresco, não vai adiantar absolutamente nada a sua presença nos arredores);

- Já à mesa, não se esqueça de fazer a conversa de ocasião sobre a qualidade do jantarinho (e de reclamar que as batatas Ti-Ti são infinitamente melhores que as Lays; ameace não voltar a comparecer se não forem tomadas medidas que assegurem a compra de Ti-Tis no próximo churrasco);

- Pela altura do café, saber-se-á claramente a quem calhou o Bife à Colombiana. Ria-se alarvemente da figura do/a desgraçado/a;

- Se lhe calhou a si, bem feito. Feche-se em copas (ou na casa de banho mais próxima) para lidar com o problema. Relembre-se, no entanto, que mais do que uma hora fechado em copas (ou na casa de banho mais próxima) pode dar bandeira.

16.1.11

Mind your language

Digam o que quiserem sobre a morte do Carlos Castro, mas não usem a expressão "foi com o caralho". Just saying...